Há muito tempo, um violão foi criado
Suas cordas sempre esticadas, um som sempre afinado
Sua madeira era lustrosa, parecia encerado
Braço pequeno e fino, corpo delgado e leve
Tarrachas brilhosas, cores marfim e ébano
Com tampo espelhado, pois outro não serve
Muitas músicas este Violão tocou
E seu corpo, com cada melodia vibrou
Não é perfeita sua acústica, mas seu som é limpo e alto
Tremolos, vibratos, alegros e andantes
Perfeita companhia para a voz de uma contralto
Seis cordas, doze casas, tantas possibilidades
Mas um violão também tem suas fragilidades
E um dia, eis que uma corda se arrebenta
E no meio de uma canção doce e lenta
O Violão parou de tocar
E ainda que cordas possam ser trocadas
Com o pesar das melodias já tocadas
Não será mais o mesmo Violão a vibrar.
Suas cordas sempre esticadas, um som sempre afinado
Sua madeira era lustrosa, parecia encerado
Braço pequeno e fino, corpo delgado e leve
Tarrachas brilhosas, cores marfim e ébano
Com tampo espelhado, pois outro não serve
Muitas músicas este Violão tocou
E seu corpo, com cada melodia vibrou
Não é perfeita sua acústica, mas seu som é limpo e alto
Tremolos, vibratos, alegros e andantes
Perfeita companhia para a voz de uma contralto
Seis cordas, doze casas, tantas possibilidades
Mas um violão também tem suas fragilidades
E um dia, eis que uma corda se arrebenta
E no meio de uma canção doce e lenta
O Violão parou de tocar
E ainda que cordas possam ser trocadas
Com o pesar das melodias já tocadas
Não será mais o mesmo Violão a vibrar.
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